domingo, 3 de novembro de 2013

FRASES DE ZECA FONSECA

"Talvez os cães sejam o que restou de fidelidade nesse mundo pós- contemporâneo em que vivemos; onde nossos valores éticos e morais estão sendo estuprados em plena luz do dia. Todos nós assistimos sem protestar a esses abusos em série que diariamente ganham mais força. Somos homens e mulheres alienados porque pensamos que essa derrocada dos princípios não irá nos afetar. Somos covardes porque nos omitimos em diversos assuntos que nos atingem direta e indiretamente, como a violência generalizada imposta ao planeta e ao indivíduo. Esquecemos ou fazemos vista grossa a esses assuntos que deveriam estar nos tirando o sono. Mas, ao contrário, nos entupimos de ansiolíticos e anestésicos para não vermos aquilo que está gritando à nossa frente. Tapamos nossos olhos com as tarjas pretas das drogas que consumimos. Mas, querem saber? A verdade é que estamos sendo impelidos a retroceder. Cada dia que passa é um dia que andamos para trás. Recuamos de costas; olhamos para frente, mas imprimimos uma ré em nossas máquinas de carne e osso."... (texto extraído do conto "Panela de Pressão" do livro "ARTÉRIAS", 2011).

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

FRASES DO ESCRITOR ZECA FONSECA

"A ironia é a última instância dos inteligentes; nos ignorantes, é a violência." frase extraída do livro "Pandemonium" (2010, Ed.Faces)de Zeca Fonseca.

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

O poeta inglês William Blake diz que o caminho do excesso leva ao palácio da sabedoria. Lemok, o personagem narrador de Pandemonium, talvez não encontre um palácio ao final de sua jornada, mas sem dúvida trilha a passos largos os caminhos e descaminhos do excesso. Ou dos excessos, no seu caso. E por mais que beba todo tipo de álcool barato, aspire as mais tortuosas carreiras de cocaína e se embrenhe por intrincadas e sinuosas vaginas esfíngicas, consegue sempre manter à vista uma bússola que lhe indica algum destino possível. A agulha ereta dessa bússola é a própria narrativa de Zeca Fonseca, vigorosa como um pontapé. Ou um gancho no fígado. Seguindo a melhor tradição de grandes fodedores que revolucionaram a literatura ocidental, como Henry Miller e Charles Bukowsky, Zeca Fonseca consegue manter o foco literário mesmo quando coloca Lemok para analisar fezes na privada, dissertar sobre o valor medicinal da urina quando ingerida ou descrever as fragrâncias ginecológicas de uma velha senhora desfalecida ao seu lado, na cama. A literatura de Zeca Fonseca não faz concessões ao politicamente correto ou ao literariamente palatável. Como Dante, ele sabe que uma passagem pelo inferno é inevitável de vez em quando e que uma prosaica desilusão amorosa pode desencadear as mais terríveis e desesperadas consequências afetivas e estéticas. Zeca Fonseca tem a consciência de que no grande e barulhento sertão de uma metrópole, as veredas são os canos do esgoto. Tony Bellotto.

segunda-feira, 22 de julho de 2013

VENDO YAMAHA MT-03 14.500,00

EM ÓTIMO ESTADO; APENAS 6.300 KM RODADOS; BAGAGEIRO GIVI, OBSERVE NA FOTO A BASE SEM O BAÚ! ENCOMENDEI PARA-BRISA PUIG PARA ELA! IPVA PAGO; SEM MULTAS; DOCUMENTO OK!

quinta-feira, 27 de junho de 2013

sexta-feira, 19 de abril de 2013

O grande Joaquim Barbosa será perseguido, ou paulatinamente execrado, pelos seus próprios colegas e pela classe jurídica como um todo. Sabem por quê? Porque ele é do bem e deseja o nosso bem (digo dos cidadãos de bem). O nome disso é corporativismo do mal; ou máfia dos situacionistas! Adoraria poder fazer alguma coisa para ajudar esse grande homem! Não duvido nada que tentem assassiná-lo. A impunidade está aí mesmo para mostrar que isso não impossível de acontecer. Uma pena que esse nosso país seja tão tacanho e por vezes perigosamente selvagem.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

PANDEMONIUM, 336 páginas Editora Faces, 2010 Abaixo um trecho: "A ironia é a última instância dos inteligentes; nos ignorantes, é a violência."