domingo, 12 de dezembro de 2010

A Droga do Amor (palestra itinerante)

"Amar é quase como gostar do pum da pessoa amada, como se aprecia o próprio." Frase que brotou depois de uma discussão sobre o amor ser uma espécie de anfetamina que torna viciante o contato com a pessoa amada. Ou seja, o ponto central da palestra "A Droga do Amor" na UERJ.

sobre o capitalismo

O neocapitalismo consiste em cada escravo ser dono de sua própria empresa.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Mais um excerto do meu 2º livro

‎"Vagava pelas ruas à noite, doidão, procurando boceta como um vampiro procura sangue. Ou, então, ficava em casa me entorpecendo e escrevendo frases soltas, desgarradas umas das outras, de modo que no final não faziam sentido algum. Bebia bebidas quentes naquelas noites frias. Chorava a vida derramada, enquanto cheirava... a morte empoeirada. Cap. 40 de PANDEMONIUM (R$ 9,90 no formato digital)

PANDEMONIUM digital à R$ 9,90 na SUBMARINO

"Minha vida estava uma grande meleca grudenta, grudada em antigas melecas petrificadas pela ação do tempo. Puro catarro endurecido, embebido em álcool e pronto para entrar em combustão. Eu era o fio desencapado de um artefato explosivo, no qual o pavio era curto demais." Pág.165 de PANDEMONIUM

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

guerrilha urbana

"Existe um subconsciente coletivo em uma subcidade: um Rio de Janeiro submerso, ora em lama, ora em sangue; cada bairro abriga seu submundo próprio, uma espécie de filial da violência generalizada que tem como matriz a vitalícia falta de educação. Caminhamos para uma guerra civil estadual; até os cegos podem ver. Pessoas morrem todos os dias nessa guerra não declarada." página 177 de PANDEMONIUM

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

sábado, 25 de setembro de 2010

Extraído do cap. 43 de PANDEMONIUM.

"A televisão foi inventada para difundir ideias, notícias, filmes etc. Mas o que temos é um aparelho sempre pronto para vomitar fatos e imagens de um mundo que queremos ignorar. Porém, por mais incrível que possa parecer, adoramos digerir as desgraças de nossos semelhantes. Algum setor sórdido, dentro de nós mesmos, nos afasta da razão e da compaixão."